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Galeria Estação - Véio - Esculturas

Pior ainda que o sorriso inoportuno fotografado no anúncio da morte de um operário negro foi a afirmação do presidente tratando a vítima como algoz, e não o mártir da brutal tirania do cubano.
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Entrega, em João Pessoa, em 28 de dezembro de 2009, do troféu Linduarte Noronha a Zito Jr., cineasta de Sumé (PB)

João Pessoa, 28.12.2009 - Nêumanne e Zito Jr.

  • LEIA: Arbítrio balança o berço da impunidade. Punição dos fora da lei principia em investigação bem feita e imparcial. Clique aqui!

  • Nota dez
  • Ao analisar, duma juntada só, o filme Lula, o filho do Brasil e o livro O menino Lula, de Audálio Dantas, nosso considerado José Nêumanne escreveu no caderno Aliás do Estadão:
    (…) o Lula do cinema teria de, pelo menos, se assemelhar um pouquinho mais ao real do que aquela mistura improvável, levada à tela, de herói revolucionário realista socialista com galã de favela.
    O livro O menino Lula, de Audálio Dantas, ao contrário da fita canhestra de propaganda política do clã Barreto, faz justiça ao protagonista e ao povo brasileiro, que caiu de amores por ele desde que nele viu a chance de assumir o mais alto poder da República sem a intermediação dos bacharéis de antanho.
    Leia a íntegra do artigo deste sempre brilhante jornalista e escritor/poeta.

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