A primeira coisa que salta aos ouvidos de qualquer ouvinte de bom gosto ao ter contato com as canções de Huguinho para este CD é que ele é um autor, intérprete, arranjador e instrumentista consistente. Sua base é sólida: vem dos tempos dos Gentlemen, o conjunto (como se dizia à época, hoje se diria banda) de bailes mais competente que já houve aqui pelos lados da Parahyba do Norte, sim, sinhô! E dos tempos do raro Paêbiru. É mole ou quer mais? Ao lado de Zé Ramalho e depois o substituindo como guitarrista solo, nos Gentlemen, Huguinho ganhou prática, experiência e, sobretudo, vivência. Um artista não se faz apenas com técnica e virtuosismo (e é bom deixar claro que essas duas coisas ele exibe, e com sobras), mas principalmente comendo o pó das estradas e o usando como argamassa, o barro que serve de estofo para a vida humana. Esse barro foi amassado com sangue, suor e lágrimas e produzido a partir de sonhos alcançados ou demolidos, felicidade esfuziante ou dor pungente, bens e males espremidos pelo talento que só o artista – e mais ninguém – tem. Huguinho chega a este CD com tudo isso no acervo. E muito mais: ele não chega pedindo licença, já vem com tudo e se atira na direção da platéia com seu espírito sensível e seu coração de leão faminto, treinado nas lutas inglórias de amores conquistados ou rejeitados. Na tradição do melhor rock, ele despeja seus acordes e palavras com o vigor primevo de um primata mutante do planeta do som. É um lírico, mas não um lírico piegas do amor, do sorriso e da flor, e, sim, um bardo como aquele melhor Roberto Carlos de Se você pensa. Para dar bom dia a sua amada, ele não tem limites: transforma a lua em sol. E, como o Candeia do samba clássico gravado de forma imortal por Cartola, ele se declara perdido de si próprio, só por ter sido abandonado. Este CD não serve de trilha sonora para conversinhas descuidadas. Este CD, meu amigo leitor, foi produzido para ser ouvido com atenção, para sacudir seus ossos e manter sua alma desperta e seu coração aberto.
“Impacto das Ações de Vigilância Sanitária no Programa de Controle de Qualidade nos Serviços de Mamografia no Estado da Paraíba, no Período de 1999 a 2003 “. Este é o título da defesa de tese que deu à paraibana (de Campina Grande) Drª Maria Magdala de Brito Ramos o título de mestra por uma das mais conceituadas instituições acadêmicas brasileiras, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
A sanitarista Magdala de Brito Ramos (cirurgiã dentista de origem) foi durante vários anos diretora de Ciência e Tecnologia Médica e Correlatos da Agência Estadual de Vigilância Sanitária da Paraíba (AGEVISA-PB).
Ela defendeu sua tese quinta-feira 19 de junho, pela manhã, no Curso de Pós-Graduação em Radiologia Clínica e Ciências Radiológicas, do Departamento de Diagnóstico por Imagam da Unifesp no Anfiteatro Profº Drº Antonio Clemente Filho, à rua Napoleão de Barros, nº 800, 1º subsolo, prédio da Ressonância Magnética.
O coordenador do curso é o Prof. Dr. Giuseppe D’Ippolito. Seu orientador, o especialista em radiologia Prof. Dr. Henrique Lederman e seu co-orientador o físico médico Renato Dimenstein. Compuseram a mesa os titulares Prof. Dr. Nestor de Barros, professor de Radiologia da USP, Dr. Fernando Alves Moreira, presidente do Colégio Brasileiro de Radiologia, e a dra. Kellen Adriana Curci Daros, física-médica da Unifesp. Também da Unifesp é a suplente da mesa, Dra. Giselle Guedes Netto de Mello.
O poeta, escritor e jornalista José Nêumanne Pinto participou na manhã do sábado 7 de junho de 2008 da solenidade de aposição da placa indicativa da casa onde nasceu, em 1824, o filósofo, escritor, poeta e professor José Rafael de Menezes, na cidade de Monteiro, no Cariri paraibano. Numa linda manhã de sol, a cidade, berço do poeta popular Pinto do Monteiro e do grande sanfoneiro Flávio José, se reuniu para ouvir os intelectuais que vieram saudar o grande pensador humanista cristão e ídolo dos cineclubistas dos anos 60, cuja obra Caminhos do Cinema foi uma espécie de bíblia à época, como lembrou Nêumanne em seu discurso. A homenagem foi uma iniciativa do professor Damião Ramos Cavalcanti e contou com o apoio do ex-reitor da Universidade Federal da Paraíba José Jackson Carneiro de Carvalho, do poeta e oftalmologista Astênio César Fernandes e da Prefeitura Municipal de Monteiro.
Nas fotos, Nêumanne discursando e em companhia do vice-prefeito em exercício na Prefeitura César Júnior, Astênio Fernandes, o médico Mazureique Morais e José Jackson Carvalho, de pé, e do casal José Rafael e Edna de Menezes. A seguir, professor Damião Ramos Cavalcanti discursando.